IMPRENSA

Projeto financiado pela Funasa abordará o combate ao mosquito Aedes nas escolas municipais

07.02.2018 · Geral
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O Poder Público tem empenhado esforços para combater à dengue, zika e chikungunya, apesar de tantas ações para solucionar este problema, os resultados ainda não são satisfatórios e a proliferação do mosquito Aedes ainda é alarmante.

 

Pensando em uma forma de aprofundar o tema no contexto social, a Prefeitura de São Gabriel do Oeste por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Educação e Saúde realizará um Projeto de Educação em Saúde Ambiental focado na mobilização para enfrentamento ao Aedes aegypti.

 

Para dar início, professores de Ciências, Artes e Língua Portuguesa da rede municipal de ensino receberam, na terça-feira (06), uma capacitação com técnicas das secretarias de Desenvolvimento Econômico e Saúde.

 

As profissionais da Educação tiveram orientações de como será executado o projeto, que terá como objetivo mobilizar a sociedade e suas representações para a adoção de condutas e práticas para o enfrentamento ao Aedes aegypti.

 

O projeto será direcionado para alunos do 5º, 6º e 7º Anos do Ensino Fundamental, com a realização de ações educativas, concurso de redação e frases, cartazes, fotografias e faixas para estudantes do município visando à assimilação do conteúdo aplicado pelos professores.

 

A destinação incorreta do lixo será outra temática ligada diretamente ao projeto, considerando os diversos problemas sociais e ambientais causados pelo descarte irregular de resíduos sólidos urbanos.

 

Conforme a Engenheira Sanitarista e Ambiental, Bruna Tatiane Pinesso, o projeto terá duração de três anos e será executado com recursos provenientes da Fundação Nacional de Saúde – FUNASA. “Cadastramos o projeto com o intuito de realizarmos um trabalho mais abrangente na área ambiental e de saúde pública, sendo o ambiente escolar o local mais apropriado”, comentou Bruna.

 

Ilaine Marocco, coordenadora da Vigilância Epidemiológica, afirma que o trabalho de conscientização deve ser constante. “Por mais que sejam realizadas frequentemente campanhas de conscientização, a falta de informação e atitude da população ainda são os maiores problemas”, explicou.

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